O Stanford Daily publicou que a Anthropic teria treinado o Claude usando livros de professores da universidade obtidos de forma ilegal. Ou seja: material pirateado virou combustível para o modelo que a empresa vende como seguro e responsável.
O caso não é isolado. Praticamente todas as grandes — OpenAI, Meta, Google — já enfrentaram acusações parecidas sobre a origem dos dados de treino. A diferença é que a Anthropic construiu boa parte da própria imagem em cima do discurso de IA ética. Quando a origem dos dados é questionável, esse marketing fica difícil de sustentar.
Enquanto a Justiça não define regras claras sobre direitos autorais e treino de IA, autores seguem descobrindo suas obras dentro de modelos que nunca autorizaram.
Via Stanford Daily.
Fonte: The Stanford Daily · Imagem de capa: The Stanford Daily
Quer aplicar IA no seu trabalho?
Aprenda qual ferramenta usar para cada tarefa — ChatGPT, Claude, Copilot, Gemini e NotebookLM — nos cursos do IA Todo Dia.
Conhecer os cursos →