Professores, instrutores e funcionários da SUNY, a rede pública de universidades de Nova York, fecharam um novo contrato que inclui proteções trabalhistas contra sistemas de inteligência artificial. Ou seja: a IA não pode simplesmente substituir gente sem regras claras.
É um movimento que vinha sendo esperado. Enquanto muita instituição finge que o problema não existe, esses trabalhadores foram para a mesa de negociação e colocaram no papel. Melhor discutir agora do que descobrir demissão por algoritmo depois.
Não resolve tudo, claro. Contrato é só um passo, e a fiscalização é a parte difícil. Mas mostra que a resposta ao avanço da IA também passa por sindicato e negociação, não só por código.
Via WGRZ.
Fonte: news.google.com · Imagem de capa: Foto de Changbok Ko no Unsplash
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