Mustafa Suleyman, chefe de IA da Microsoft, saiu batendo na Anthropic por causa da forma como a rival trata a ideia de consciência em modelos de IA. A Anthropic tem flertado com pesquisas sobre bem-estar de modelos, e Suleyman acha isso um caminho perigoso e prematuro.
O ponto dele não é totalmente sem sentido: falar em consciência de máquina pode confundir o público e humanizar sistemas que continuam sendo, no fim, previsão estatística de texto. Por outro lado, é engraçado ver a Microsoft — sócia próxima da OpenAI — posando de voz da razão nesse debate.
No fundo, é briga de narrativa. Cada empresa quer se posicionar como a séria e responsável, enquanto empurra seus próprios produtos. Fica de olho em quem fala e no que essa fala vende.
Via Reuters.
Fonte: news.google.com · Imagem de capa: Foto de Steve A Johnson no Unsplash
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