Tem um argumento circulando que dá o que pensar: a IA não vai substituir os melhores engenheiros nem os iniciantes absolutos, mas está corroendo justamente o meio da carreira. Aquele profissional pleno, que resolvia tarefas repetitivas e bem definidas, agora divide espaço com ferramentas que fazem isso em segundos.
O problema é que esse meio-termo sempre foi a ponte entre o júnior e o sênior. Se ele some, como alguém vira sênior sem passar pelo caminho? A conta não fecha. É fácil comemorar produtividade hoje e esquecer que estamos cortando o galho onde a próxima geração ia sentar.
Vale ler com calma. Não é apocalipse nem hype, é um alerta sobre como automatizar sem pensar na estrutura de aprendizado pode sair caro lá na frente.
Via Hacker News.
Fonte: Blog – Florian Herrengt · Imagem de capa: Foto de James Harrison no Unsplash
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