A Meta decidiu que seus próprios funcionários vão virar matéria-prima para treinar modelos de IA. Um novo programa obrigatório registra movimentos de mouse, teclas digitadas e padrões de atividade no trabalho. Surpresa: a galera interna não está nem um pouco feliz.
Nos canais internos, empregados reclamam que a empresa vendeu a coisa como ‘produtividade’ e ‘ergonomia’, mas o cheiro de vigilância corporativa travestida de inovação é difícil de disfarçar. É irônico ver engenheiros que passaram anos construindo ferramentas de rastreamento para usuários agora do outro lado do espelho.
O caso reacende um debate incômodo: se nem quem faz a IA quer ser treinado por ela, por que assumimos que usuários comuns deveriam topar numa boa? A Meta segue testando os limites do ‘consentimento obrigatório’.
Via Business Insider.
Fonte: Business Insider · Imagem de capa: Business Insider