
Muse: a Meta quer um agente de IA pessoal só seu
A Meta apresentou o Muse, seu agente de IA pessoal. A ideia é boa, mas a dúvida sobre dados continua.

A Meta apresentou o Muse, seu agente de IA pessoal. A ideia é boa, mas a dúvida sobre dados continua.

Reconhecimento e cruzamento de dados por IA ameaçam a possibilidade de passar despercebido.

Em nova investida contra a Anthropic, OpenAI aposta em privacidade de dados corporativos.

Com a criptografia homomórfica e o novo compilador HEIR, o Google promete processar dados sem descriptografá-los. Mas o custo ainda é o gargalo.

Blocos de raciocínio criptografados das APIs da OpenAI, Google e Anthropic podem ser reaproveitados para expor o pensamento escondido dos modelos — e dados sensíveis junto.

Pesquisador mostrou que a memória do Claude pode ser explorada para roubar dados pessoais sem que o usuário perceba.

Desenvolvedor mostra que o Claude Code insere marcadores invisíveis nos prompts enviados aos modelos.

Anthropic começa a exigir verificação de identidade em certos usos do Claude, no melhor estilo ‘confia, mas confere’.

Um post no Hacker News defende que IA local virou viável e que depender de API é uma escolha, não uma necessidade.

A Meta vai encerrar a criptografia ponta a ponta nas DMs do Instagram em 8 de maio, abrindo as conversas de novo.