O John Oliver dedicou um bloco do Last Week Tonight para esmiuçar o circo dos chatbots de IA. O resumo da ópera: por trás do tom prestativo, tem uma empresa querendo sua assinatura mensal — e muitas dessas ferramentas foram lançadas ao público sem proteções minimamente decentes.
Ele cita problemas que já viraram rotina no noticiário: bajulação compulsiva (a tal “sycophancy”), conselhos perigosos em situações de saúde mental e, no caso de plataformas como Character.AI e Replika, bots sexualizando menores. Não é exclusividade de uma empresa só — OpenAI, Google, Meta e xAI já tropeçaram em variações do mesmo problema.
A graça do segmento é lembrar que “IA” não é uma entidade neutra. É produto, com modelo de receita, métricas de engajamento e incentivos para te manter conversando o máximo possível.
Via The Guardian.
Fonte: the Guardian · Imagem de capa: the Guardian