Em uma cerimônia de formatura na Universidade da Flórida Central, a palestrante convidada decidiu que era boa ideia chamar a IA de ‘próxima Revolução Industrial’ diante de centenas de recém-formados. O resultado foi previsível: vaias, risos e um clima visivelmente constrangedor no ginásio.
O episódio diz mais sobre o momento do que parece. A galera que está entrando no mercado de trabalho agora não vê IA como promessa luminosa, e sim como ameaça concreta ao primeiro emprego, ao estágio, ao freelance. Comparar isso à Revolução Industrial, aliás, talvez não seja o elogio que os executivos imaginam: aquela época também teve jornadas absurdas, desemprego em massa e décadas de caos social antes de qualquer benefício chegar.
Discurso de palco corporativo bate diferente quando quem ouve sabe que pode ser substituído por um chatbot semana que vem.
Via 404 Media.
Fonte: 404 Media · Imagem de capa: 404 Media