Pegou pesado: um advogado classificou Sam Altman como “o rosto do mal” em processos que acusam a OpenAI de não ter reportado às autoridades um usuário do ChatGPT que depois cometeu um tiroteio em escola. As ações alegam que a empresa tinha condições técnicas de identificar conversas com sinais claros de risco e simplesmente não agiu.
O caso reabre uma discussão incômoda: até onde vai a responsabilidade de quem opera um chatbot usado por milhões? A OpenAI gosta de falar em “segurança” no marketing, mas quando o assunto é entregar logs ou notificar polícia, a postura tende a ser bem mais cautelosa — por motivos jurídicos óbvios, mas também desconfortáveis.
Se os processos avançarem, podem virar precedente para todo o setor, não só para a OpenAI. Anthropic, Google e Meta também guardam montanhas de conversas sensíveis.
Via Ars Technica.
Fonte: arstechnica.com · Imagem de capa: Foto de Sasun Bughdaryan no Unsplash