O projeto EuroMesh, publicado no GitHub, faz uma pergunta incômoda: a Europa tem poder de computação próprio para treinar um modelo de fronteira, no nível de GPT-4 ou Claude? A resposta, depois de juntar números de supercomputadores públicos e clusters privados, é um quase desconfortável.
Existe silício no continente, principalmente nos sistemas do EuroHPC, mas está espalhado, ocupado com ciência tradicional e raramente disponível em blocos contínuos de meses, que é o que um treino grande exige. Some a isso a dependência de GPUs da NVIDIA, fabricadas fora, e a ideia de soberania de IA fica mais política do que técnica.
É um exercício honesto, e mostra por que Mistral e companhia ainda dependem tanto de nuvem americana para o pesado.
Via GitHub / EuroMesh.
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