Mais um capítulo na novela dos direitos autorais na era da IA. Um grupo de editoras, junto com o escritor Scott Turow, processa a Meta alegando que Mark Zuckerberg autorizou pessoalmente o uso em massa de livros pirateados — incluindo material da biblioteca-sombra LibGen — para treinar os modelos Llama.
A acusação não é nova, mas o tom mudou. Os autores dizem ter provas internas de que a liderança da Meta sabia da origem ilegal dos dados e seguiu em frente assim mesmo, tratando a infração como custo aceitável da corrida por IA. Se a tese colar no tribunal, abre precedente desconfortável não só pra Meta, mas pra praticamente todo mundo que treinou modelo grande nos últimos anos.
O ponto incômodo é o padrão: pedir perdão depois sai mais barato que licenciar antes. Pelo menos era essa a aposta.
Via Variety.
Fonte: Variety · Imagem de capa: Variety